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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

A dependência das máquinas

Primeiro foi o telefone, detectado que não funcionava quando necessitava fazer uma chamada urgente para, possivelmente, conseguir fechar uma reserva para o Carnaval. Depois foi a internet que, lentamente, deixou de conseguir entrar nos sites dos diferentes operadores. Foi o suficiente para um escritório cruzar os braços e bufar. Imenso trabalho empacado e sem qualquer possibilidade de avançar. A solução? Almoçar mais cedo!

Regressar do almoço e o quadro da luz ter dado o berro. Todos às escuras e mais um tempo de braços cruzados e a fazer uma lista mental dos assuntos prioritários a responder quando a situação voltasse à normalidade. E, duas longas horas depois, gritar Eureka, correr para a secretária e teclar até fazer fumo, em contra-relógico, numa tentativa vã de responder a boa parte dos assuntos pendentes.

 

E que comece a contagem para o Natal ... ou não

Era suposto este post ter sido escrito ontem mas altos valores laborais se levantaram e a proprietária deste blogue teve de ir para a caminha logo após um breve jantar para ver se conseguia dormir algumas horas decentes e poder acordar no dia seguinte com um pouco menos de olheiras.

 

O segundo dia de contagem para o Natal começou pouco depois das 04h30, a caminho do aeroporto, numa tentativa de ver se uns passageiros conseguiam sair de Lisboa hoje e chegar ao destino hoje. Só eu para ter uma pontaria destas! Passageiros com bilhete TAP foram protegidos em voo de outra companhia aérea aquando da certeza que a primeira iria mesmo avançar com a greve do dia 2 de Dezembro. A 24 horas do voo, a companhia que protegeu os passageiros entra em greve e foi aí que se iniciou uma corrida contra o tempo para encontrar uma segunda solução. Solução encontrada mas, fuso horário a trabalhar contra nós. Madrugada no aeroporto e passageiros com novos bilhetes na mão e na fila para o check-in. Desejo uma boa viagem e vou para o escritório iniciar mais um dia de trabalho. Chego ao escritório. Ligo o computador, ponho uma cor na cara para disfarçar a cor mórbida matinal e inicio a leitura dos mails. Recebo sms. Passageiros estão na fila para check-in mas, devido a todas as situações que se estão a passar no aeroporto, o voo da terceira companhia envolvida está atrasado e eles correm o sério risco de perderem as ligações até ao destino final.

 

O primeiro dia de contagem para o Natal foi passado com o telefone, telemóvel e e-mail a trabalharem em simultâneo e, ao que parece depois destas primeiras horas do segundo dia de contagem para o Natal, a coisa não será muito diferente hoje. 

 

O grande problema é que eu estou como um zombie e não sei se a meio da manhã não estarei a dar cabeçadas no teclado, sem conseguir manter-me acordada e com neurónios suficientes para resolver estas situações.

 

Bom dia, gente!

Desejar e não cumprir

Bem sei que a última “Good Vibe” era um pedido para desfrutarem aqueles pequenos momentos que, com o ritmo alucinante com que levamos o nosso dia-a-dia, passam despercebidos.

 

No entanto, apesar deste pedido, devo confessar que, esta semana, foi complicado abrandar. O ritmo foi tão acima do normal, com alguns contratempos pelo meio, que foi totalmente impossível dispensar uns meros minutos do meu dia para vir aqui – o meu refúgio da realidade.

 

Quando acordo, a cabeça começa a fervilhar com as inúmeras tarefas que quero fazer no dia que começa mas, quando dou por mim, o dia terminou e metade das coisas que constavam na “to do list” ficaram por fazer.

 

Seria pedir muito querer com que o dia passasse a ter 48 horas?

 

Vocês poderiam dizer: “Ah e tal, podias dispensar menos algumas horas de sono e assim conseguias vir aqui todos os dias! Podias até vir aqui várias vezes no mesmo dia.”

E eu responderia: “Ah e tal, mas gosto tanto de dormir e se não dispensar 8 horas de sono fico pior do que estragada e depois quem leva com o meu mau humor matinal são aqueles com que partilho o meu dia, pessoalmente.”

 

Sim, de facto a solução para conseguir fazer tudo o que tenho em mente é mesmo pedir com que o dia seja composto por 48 horas. Como isto nunca será uma realidade, peço desculpa pelos meus desaparecimentos pontuais.

 

Desculpas apresentadas, contemos até 10 e comecemos na loucura de mais um dia.

 

Bom trabalho, para quem está a trabalhar; bom descanso, para quem está de férias ou de folga; bom resto de semana a todos.

 

Back to work!