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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

Notas Soltas #1

I. Um doce: Mousse de Oreo

Se há uma sobremesa fácil de confeccionar, a Mousse de Oreo é “a” sobremesa. Até eu, uma autêntica nódoa na cozinha, quando faço esta sobremesa sinto-me quase uma chef. É uma sobremesa que faço algumas vezes, sempre com algumas alterações consoante os ingredientes existentes na despensa.

Desta vez, fiz a mousse com 3 pacotes de natas, 3 colheres de sopa de açúcar, 2 folhas de gelatina incolor e 1 pacote de bolachas oreo.

Bata com a varinha mágica até que as natas estejam mais moldadas, adicione as bolachas trituradas e a gelatina já demolhada. Antes de colocar no frigorífico, decore com as restantes bolachas oreo e depois é só esperar umas horas e deliciar-se.

 

 

II. Um filme: À Procura da Terra do Nunca

Depois de terminadas as lides domésticas, sempre agendadas para o sábado, faça chuva, faça sol, o resto do dia foi de puro deleite cinematográfico, com as escolhas da FOX Life.

Assisti À Procura da Terra do Nunca, um drama biográfico de 2004, dirigido por Marc Forster, baseado na peça teatral de Allan Knee e que relata um crucial momento na vida de Sir JM Barrie (Johnny Deep) – o seu bloqueio de inspiração e a não-aceitação do público das suas últimas peças. É neste cenário que Sir JM Barrie conhece, por acaso, Sylvia Llewelyn Davies (Kate Winslet), viúva e os seus quatro filhos, os Llewelyn Davis. E é na amizade travada com esta família, onde todos se transformam em cowboys, índios, piratas, reis e fadas, que nasce o mundo mágico de Peter Pan, o menino criado pelas fadas que conseguia voar e que vivia em Neverland – a Terra do Nunca e onde se é eternamente jovem.

 

 

 

 

III. Um programa de TV: Masterchef

Estreou ontem a segunda edição do programa Masterchef Portugal, com mais de 1.400 milhões de espectadores e com um share de 34%. É um programa que todos os amantes de culinária deveriam seguir.

Sou fã do formato. Vejo com alguma frequência o Masterchef Austrália (o júnior faz-me ter ainda mais vergonha das minhas proezas culinárias), bem como o Masterchef USA. Por cá, a primeira edição ficou um pouco aquém das expectativas. Não segui e nem sei quem ganhou e por que razão ganhou. Ao contrário da primeira, esta segunda edição promete.

Eu já tenho os meus ódios de estimação!

 

(foto www.tvi.pt)

 

IV. Uma encomenda: comidinha dos Açores

Em tempos idos, sempre que chegava um avião da América ou do Canadá – as chamadas terras da fartura – aguardávamos, ansiosamente, que de lá saísse “o passageiro”.

“O Passageiro” era o nome que dávamos à pessoa que trazia uma carta, uma encomenda ou até mesmo uns dólares enviados pelos nossos familiares emigrados naquelas terras.

Era uma festa quando “o passageiro” entrava na nossa casa! A roupa dele cheirava de maneira diferente da nossa; a sua pronúncia tinha, por vezes, uma sonoridade mais melódica e com umas palavras que não entendíamos. “O passageiro” trazia notícias do outro lado do oceano e oferecia candiles e gamas – guloseimas diferentes daquelas que se compravam na loja do Sr. Jaime.

Hoje eu tive “um passageiro” vindo dos Açores. Não vinha carta, nem dólares, nem uns candiles para adoçar a boca. Trouxe-me mais, muito mais. Trouxe-me amor familiar em forma de comida e, nos próximos dias, sempre que me sentar a saborear a comida da minha casa, será como se estivesse sentada à mesa com eles.

(carne assada; lasanha de bacalhau e pastéis de abóbora)