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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

É uma saudade grande das coisas mais pequenas

Não é muito fácil explicar a saudade que um ilhéu sente. Às vezes, quando tentamos explicar, ganhamos um entusiasmo tal que ainda passamos por malucos. Os nossos olhos brilham, a nossa voz sobe de tom, as frases parecem cada vez mais cantadas e os movimentos dos braços ficam mais e mais extensos! É uma coisa "Nossa", tão "Nossa", que só quem por lá passa percebe.

(...)

É imenso o respeito que hoje temos pelos nosso 'velhos', pelo percurso que tiveram, pelas vidas de trabalho desde crianças, pela miséria que passaram, mas acima de tudo pela nostalgia e saudade com que falam de tudo isso. São os mais belos contadores de Histórias! Nós crescemos das Hortênsias e das Fajãs, do basalto e de maresias. A nossa Alma é livre como um melro, mas por mais longe que estejamos ela fica sempre lá, naquele cantinho, à nossa espera. Nunca partimos inteiramente. Nunca nos despedimos. Não importa a distânia e o tempo, qualquer coisa que nos faça lembrar 'Casa' faz-nos sentir aquele frio bom na barriga. Faz-nos respirar fundo e sorrir. Nós somos sal, somos basalto, somos xailes negros, somos serrados e vinhas, somos mau tempo no canal, somos pescadores e lavradores, somos cabelos e montanhas, somos vinhas, somos gado, somos Gente. Não é uma Saudade triste, é uma qualquer coisa como isto que sentimos agora, no final do texto.

 

Texto da autoria do cantor e actor Eduardo Bettencourt

Da ilha com amor #1

Sempre que vou à ilha, faço os possíveis para trazer um bocadinho dela dentro da mala, seja em forma de recordações do lar que partilhei com os meus durante 26 anos ou em sabores tão genuinamente nossos. Da última visita - em Maio - trouxe tudo, incluíndo os sabores! Uma amiga já me tinha falado dos novos chocolates com sabores tipicamente açoreanos e eu aproveitei a ida à terra para trazê-los  e saboreá-los no novo lar.

 

Falo dos novos chocolates açoreanos, com sabores das nossas terras e das nossas gentes. Denominam-se "Alves DeVine - O Chocolatinho" e, uma caixa composta por 20 sabores, é uma verdadeira caixa de Pandora com segredos por desvendar. Os sabores são nossos, tão nossos - do Chá Verde à Pimenta da Terra, passando pelo caramelo, pelo maracujá, pelo ananás, ou pelos licores de tangerina, de amora, de maracujá, de ananás ou de anis. Claro que não nos podemos esquecer do tão afamado Queijo da Ilha, do Mel Multiflora ou da perfumada Hortelã-Pimenta.

Cada chocolate é uma viagem gratuita aos sabores dos Açores.

 

Aves DeVine - O Chocolatinho é produzido e embalado pela empresa com o mesmo nome. Sita à Avenida Filarmónica Lira do Norte, n.º 38, em Rabo de Peixe.

Para mais informações, poderão visitar a página de facebook da empresa - cliquem aqui -, ou enviar um email para ochocolatinho@hotmail.com