Portugal à Gargalhada
Foi no penúltimo dia de Janeiro que assisti à peça em cena no Teatro Politeama mas, como coincidiu com a véspera de um dos dias mais tristes da minha vida, tenho deixado este post para núpcias futuras. Entretanto, um mês já se passou e, por mais difícil que seja a perca, a vida continua e o blogue must go on.
Há um ano atrás, tive a minha estreia de revistas à portuguesa. Um pouco preconceituosa com o género, fui após ter ganho um convite duplo para assistir a peça (podem ler tudo sobre a minha estreia no público de uma revista aqui). Gostei tanto que, quando soube que La Féria iria ter outra revista em cena, fiquei ansiosa para assistir. Porém, ao contrário do que aconteceu em 2014, não sai assim tão cheia do Portugal à Gargalhada.
Sim, os actores são fantásticos. Quem pode apontar um dedo à grandiosidade profissional de José Raposo, de Maria João Abreu, de Joaquim Monchique e de Marina Mota? Sim, a revista tem momentos muito engraçados, nomeadamente a cena do Panteão e dos grandes nomes que lá repousam. Mas lá está ... um mês de pois, estou aqui sentada a escrever e tento, arduamente, recordar-me de canções ou de cenas que me tenham marcado e, excluíndo a que já referi, não me ocorre mais nenhuma, ao contrário do que aconteceu com a Grande Revista à Portuguesa que, ainda hoje, quando estou com alguns amigos que também assistiram à Revista e falamos da Joana Vasconcelos, um de nós saí-se com um sonoro Joanaaaaa ....
Contudo, apesar de não ter saído cheia, tenho planos de regressar em breve ao Politeama para assistir à encenação de O Principezinho.
Para mais informações, visite o site do Teatro Politeama.


