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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

Quando o universo conspira contra nós

Há uma máxima que diz que “há dias que mais valia nem ter saído da cama” e hoje foi um destes dias. Desde os primeiros acordes do despertador que se nota que o dia que agora começa será realmente muito complicado de suportar.

 

O desespero inicia quando olhámos para as horas e notámos que aquele prolongamento de “só mais 5 minutos” de ronha foi de meia hora e que estamos impressionantemente atrasos. É necessário correr e sair de casa em 10 minutos, mas os lençóis não nos deixam e os olhos custam a abrir. Depois, há uma série de passos matinais que, por mais atrasada que se esteja, é impossível ultrapassar: é o primeiro xixizinho; é tomar o pequeno-almoço – a refeição mais importante do dia – a correr; é lavar a cara e dentes; vestir a roupa que, felizmente, foi preparada e véspera e deixada em local condigno.

 

Finalmente estamos operacionais, mas necessitamos da preciosa bica para realmente acordar. Dirigimo-nos ao café junto de casa e lá conseguimos tomar o aditivo necessário para conseguir pronunciar o primeiro “Bom dia” do dia. Atravessamos a rua para compor a fila de espera para o autocarro. Afinal não és a única pessoa atrasada e com mau humor matinal. O autocarro chega e, por estares atrasada, parece que o motorista está a gozar com a tua cara e faz de tudo para apanhar todos os sinais vermelhos existentes e dirigir numa velocidade exageradamente lenta.

 

Apesar de todos os atrasos, consegues chegar a horas ao escritório e seres a primeira a entrar, Sentaste ao computador, respiras fundo e inicias mais um dia dedicado ao que te dá prazer (se gostares do que fazes, é lógico). “Agora vai tudo correr bem”, pensas tu, e o teu dia é feito de problemas atrás de problemas e passas o dia a resolver situações menos positivas. O lado bom da situação (se é que existe) é que o tempo corre e, quando olhas para o relógio, está na hora de regressar ao lar.

 

Agora já não necessitas de correr, se bem que não vês a hora de sair dos saltos, retirar a pouca maquilhagem que conseguiste aplicar na tua atribulada manhã e colocar uma roupa mais confortável. Voltas à paragem do autocarro. Uma longa viagem até casa aguarda por ti mas, como sabes que o “amarelo da carris” que habitualmente utilizas não cumpre os horários estipulados e que constam nas paragens, optas por atravessar a avenida e vais apanhar um outro amarelinho que, apesar de ter uma rota mais longa, levar-te-á ao destino pretendido. Quando estás a pisar o outro lado da avenida, olhas para trás e vês que o sacana do teu autocarro desta vez cumpriu o horário e agora vais ter de esperar algum tempo até passar um outro.

 

Chegas a casa. Com o dia complicado que tiveste nem consegues olhar para um prato de comida. Ficas bem apenas com uma fruta ou com um prato de cereais. Vais tomar banho, vestir os pijamas, sentaste no sofá, vais ao computador apenas para verificar os e-mails e actualizações das redes sociais, escreves este post, olhas para o relógio e vês que já está na hora de ir para a cama. Se te deixares ficar mais algum tempo, voltarás a ter uma noite mal dormida, acordarás em cima da hora e o teu dia será um clone do dia que agora termina.

 

Será que o universo está a conspirar contra ti ou será que necessitas de te educar e alterar as tuas prioridades?

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