Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

O Anjo Branco, José Rodrigues dos Santos

Acabei de ler O Anjo Branco, o último romance de José Rodrigues dos Santos, e estou simplesmente encantada!


Recomendo a todos os que são fãs de José Rodrigues dos Santos e mesmo àqueles que não são apreciadores das anteriores obras do autor; recomendo aos curiosos pela temática do Ultramar; a novos e velhos; aos que viveram a história in loco e aos que aprenderam o que nos deixavam aprender.


 


 



 


 


Como o próprio autor diz nas suas notas finais, "Para todos os efeitos, e embora Wiriyamu tenha constituído o maior embaraço público de Portugal na guerra de África, esta obra não é exclusivamente sobre os trágicos acontecimentos nessa aldeia. É antes um romance sobre os Portugueses na África onde nasci, um registo ficcional de um pedaço da minha históriaque procurei abordar nas sua múltiplas contradições e evitando as colorações ideológicas que tendem a simplificar os factos e as suas causas. A história é feita de histórias e são elas que a tornam viva."


 


Sinopse: A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo. O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo.


No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda do mato.


Chamam-lhe o Anjo Branco.


Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.


Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África.

Os olhos amarelos dos crocodilos, Katherine Pancol

Este é um romance sobre a mentira, mas também sobre a amizade e o amor, o dinheiro e a traição, o medo e a ambição.


 


Sinopse: A acção desenrola-se em Paris. Duas irmãs. Iris é uma mulher muito bonita, rica, elegante e sofisticada, mas vive desencantada com a vida e com o seu casamento. Joséphine é uma intelectual, historiadora, muito menos bonita do que a irmã e com uma vida bem mais difícil. Casada, tem duas filhas, vive nos subúrbios e trabalha para pagar as contas.


Certo dia, num jantar, Iris faz-se passar por escritora. Presa na sua mentira, convence a irmã a escrever o livri que ela própria assinará. Abandonada pelo marido, cheia de dívidas, Joséphine submete-se, como sempre, aos caprichos da irmã. Mas esta é uma decisão que vai mudar o destinos destas duas mulheres.


 



 


 


A escritora francesa Katherine Pancol traça com mestria um retrato real e vivo de mulheres que tentam triunfar na carreira profissional, na vida familiar e alcançar o reconhecimento social. Mas que, por baixo desta aparente vida de sucesso, escondem uma profunda infelicidade, falta de confiança e frustação.


Os olhos amarelos dos crocodilos é uma verdadeira lição de vida. Este romance, um verdadeiro best-seller em Espanha e França, dá-nos a conhecer as mulhetes que somos, as que queremos ser, as que nunca seremos e as que talvez sejamos um dia. Mulhetes à procura de um caminho na vida, em busca de si próprias e à descoberta de novos amores.


 


Os olhos amarelos dos crocodilos, de Katherine Pancol, é um romance que desvenda e revela o retrato real da mulheres que tentam ser bem sucecidas na carreira profissional, alcançar o reconhecimento social e ter uma família exemplar. Porém, atrás de todo o sucesso alcançado encontra-se uma profunda insastifação pessoal aliadas à infelicidade e total falta de auto-confiança.


 

Fúria Divina, José Rodrigues dos Santos

Uma mensagem secreta da Al-Qaeda faz soar as campainhas de alarme em Washington. Seduzido por uma bela operacional da CIA, o historiador e criptanalista português Tomás Noronha é confrontado com uma estranha cifra - 6AYHAS1HA8RU.



 


Ahmed é um menino egípcio a quem o mullah Saad ensina na mesquita o carácter pacífico e indulgente do islão. Mas nas aulas da madrassa aparece um novo professor com um islão diferente, agressivo e intolerante. O mullah e o bovo professor digladiam-se por Ahmed e o menino irá fazer uma escolha que nos transporta ao maior pesadelo do nosso tempo.


E se a Al-Qaeda tem a bomba atómica?


Baseando-se em informações verídicas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra surpreendente como o mestre dos grandes temas contemporâneos. Mais do que um empolgante romance, Fúria Divina é um impressionante guia que nos orienta pelo labirinto do mundo e nos revela os tempos em que vivemos.


 


Comprei-o no seu lançamento no Centro Comercial Colombo, local que, na minha opinião, não foi o mais adequado para o tão aguardado regresso de José Rodrigues dos Santos.


A confusão era imensa; já o é num dia normal de ida ao shopping mas, misturado com o lançamento de um novo livro de um dos escritores mais vendidos em Portugal e com o mediatismo em volta do sumo da obra, foi impossível ouvir o escritor e os demais convidados, como também foi impossível sequer chegar junto a JRS e pedir para que autografasse a obra. Ficará para uma próxima Feira do Livro!


 


Sendo uma viciada na leitura, por vezes compro os livros que me interessam quando estes são lançados, fazendo com que a lista de livros por ler fique enorme e parada por algum tempo. Foi o que aconteceu com Fúria Divina.


Devido ao facto de ter muitos livros inclinados para as "teorias da conspiração", levei alguns meses sem poder olhar para obras deste género. Sou da opinião de que o nosso estado de espírito condiciona o nosso tipo de leitura, fazendo que um livro seja bom ou mau consoante a altura que o lemos.


Cansada de todas as conspirações que andava a ler, achei que seria de bom tom fazer esperar o Tomás Noronha por alguns meses. Não fosse ele ficar "pendurado" e ser abandonado a meio da leitura.


 


Minto se disser que gostei do livro da primeira à última página!


Levei-o comigo para mais uma ida a São Miguel e foi deveras doloroso ingrenar na leitura. Talvez não tenha esperado o tempo suficiente para me limpar de toda a conspiração que andou à minha volta. Mas, foi sol de pouca dura! Rapidamente consegui envolver-me na história e não conseguia para de a ler, já que aborda uma temática bastante mediática, envolvente e polémica - o Fundamentalismo Islâmico.


 


Aquando da escrita deste post, já há um novo romance de JRS nas bancas - O Anjo Branco. Já o tenho em minha posse e já me está a fazer companhia à noite. Em breve poderão encontrar a minha apreciação.