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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

Sai Guimarães, entra Manzarra

Onze anos volvidos, a SIC decidiu substituir Bárbara Guimarães na apresentação dos Globos de Ouro. E a fava calhou a quem? A João Manzarra! João Manzarra, senhores! Mas anda tudo louco pelos lados de Carnaxide, certo?

 

Não tenho nada contra o miúdo, mas desde que deixou de comer carne que anda com umas manias estranhas. É aquele cabelo que parece que não vê água há séculos; é aquele ar de tresloucado e de quem se está a cagar para tudo e para todos; é o pensar que tem piada quando, na verdade, tem tudo menos isto mesmo.

 

Tendo em consideração que João Manzarra anda desaparecido dos ecrãs desde o tiro no pé que foi o Vale Tudo, estranho a escolha da apresentação dos Globos de Ouro ter caído nele e não noutra figura (masculina ou feminina) mais mediática da SIC. Eles lá sabem, mas a mim cheira-me que vamos passar a noite a revirar os olhos.

Amor, leva-me a ver o mar

Deixei a Ilha em Setembro de 2006. Com um bilhete sem regresso, parti do berço e rumei ao continente em busca de sonhos mais altos que, à época, eram impossíveis por lá.

 

Os meus primeiros tempos por cá foram de descoberta da cidade que adoptei e que me adoptou e de procura de emprego que, à época, era coisa fácil. Em menos de 1 mês estava empregada na minha área de sempre, mas não a área de formação. Reiniciei a minha carreira e começou a rotina casa-trabalho-casa.

 

Meses depois de estar cá e sempre nesta lufa-lufa profissional, pedi ao namorado e agora marido que me levasse a ver o mar. Tinha saudades do seu cheiro e de o ouvir.

Era fim-de-semana e estávamos os dois em casa. Ele levou-me até Cascais e lembro-me de ter ficado tão desapontada quando chegamos ao destino.

 

O mar não tinha o mesmo azul e o mar não cheirava a mar.

Precisava de ver o meu mar para me sentir verdadeiramente preenchida e é por este motivo que, sempre que volto à Ilha, o mar é o que procuro depois de estar com a família. É sentada junto a ele que me renovo e busco forças; é a olhar para ele que reflito; é a ouvi-lo que me acalmo.

 

Hoje, a Diana Rocha publicou na sua página pessoal de Facebook estas 3 fotos e, depois de me ter teletransportado telepaticamente para a Ilha, pedi a sua autorização para utilizar as fotos aqui no blogue.

Este azul é demasiadamente profundo e intenso para não ser partilhado.

 

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Meus Açores, meus amores.