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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

A preparar o Natal #4

Uma das decorações que mais gosto do Natal são dois corações que adquiri na loja IKEA de Loures há alguns anos e que coloco na nossa pequena Árvore de Natal como símbolo da nossa relação: o meu coração e o coração deles juntos em todas as ocasiões.

 

Este ano, como a nossa família aumentou, tinha de adicionar um coraçãozinho à nossa Árvore. Andei à procura de um igual ao nosso, mas não encontrei. Pensei em desistir e colocar a mão na massa, mas como eu não sou assim uma rapariga prendada em trabalhos manuais, achei que seria melhor ficar quieta no meu canto ou teria um coração muito abstrato a simbolizar o nosso Francisco. Não desisti, continuei a minha demanda e encontrei o coração que precisava. Não é igual ao nosso, mas não interessa. O nosso Francisco é único e merece um símbolo diferente do dos pais.

 

Por razões alheias à administração do estaminé, não é possível colocar a foto do coração neste momento.

Oportunamente, voltarei ao assunto e mostrarei a imagem em falta.

 

 

 

A preparar o Natal #3

Quando soube que ia ser mãe fui categórica quando disse que não queria encher o miúdo de brinquedos. Sempre me fez confusão ver a quantidade de brinquedos que os miúdos têm hoje em dia, não ligando nenhuma à maior parte deles e, seis meses passados desde o nascimento do Francisco, os brinquedos do petiz resumem-se a uma bola de peluche que ele adora, a um livro composto por diferentes materiais que ele delira sempre que o vê, de um tapete ginásio onde ele se estica todo, roda e brinca e julgo que é só. Temos mais algumas coisas que foram herdadas do primo Tomás, mas ele nem quer saber (para já). Temos uns livros que comprei como forma de introduzir o espírito da leitura no nosso herdeiro e estamos arrumados.

 

Com o Natal a aproximar-se, voltei ao assunto das prendas e pedi, encarecidamente, que não me enchessem o miúdo de prendas. Ele é um bebé de seis meses e não precisa de 1500 brinquedos para ser um bebé feliz. Pedi para darem roupa, que é sempre preciso e ele está a crescer de dia para dia, ou dinheiro que seria colocado directamente na conta dele e que um dia servirá para ele fazer o que quiser (o que quiser ponto e vírgula … o que quiser, logo que seja previamente informado aos pais e logo se vê se será bem entregue o dinheiro ou não). Opções aceites no seio familiar e assim será o primeiro Natal do nosso pequenino.

 

Quanto ao papá e à mamã, irão oferecer ao seu menino um brinquedo didáctico e que estimule as capacidades que se pretende num bebé de poucos meses.

A PALAVRA DO ANO® by Porto Editora

Tão certo como haver Natal todos os anos, a Porto Editora regressa com a iniciativa A PALAVRA DO ANO®

 

 

Depois de numa primeira fase ter havido uma recolha das propostas enviadas pelo público, entramos, desde o passado dia 1 de Dezembro, na fase da votação final. As palavras eleitas estão disponíveis no site www.palavradoano.pt e permite a votação de qualquer participante. Não é necessário qualquer registo. Basta clicar na sua palavra preferida e votar.  

 

As eleitas de 2016 são: brexit, campeão, empoderamento, geringonça, humanista, microcefalia, parentalidade, presidente, turismo e racismo.

 

Eu já votei. Conseguem adivinhar qual a que escolhi?

 

E, já agora, recordam-se das vencedoras dos anos anteriores? Aqui vai:

 

2009 – Esmiuçar (se bem se recordam, foi ano de Legislativas)

2010 – Vuvuzela (foi ano do Mundial mais barulhento da História)

2011 – Austeridade (começamos a apertar o cinto)

2012 – Entroikado (eles andaram por aí)

2013 – Bombeiro (o verão deste ano foi sangrento, como se recordam)

2014 – Corrupção (hum! Esta palavra deveria ser a eleita todos os anos)

2015 – Refugiado (pois)