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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

A Rapariga Dinamarquesa

Éramos cinco pessoas num início de tarde de sábado naquela sala de cinema: um rapaz a abrir as hostes; um casal a meio da sala; eu, imediatamente na fila seguinte e uma senhora mais velha a fechar a nossa sala. O filme eleito destes cinco espectadores tinha sido o já tão falado nas redes sociais – A Rapariga Dinamarquesa, realizado pelo já vencedor de um Óscar, Tom Hooper e inspirado no romance homónimo de David Ebershoff, A Rapariga Dinamarquesa (The Danish Girl) retrata a vida de Lili Elbe que nasceu como Einar Mogens Wegener e a primeira pessoa a submeter-se a uma cirurgia de mudança de sexo.

 

 

Nomeado em quatro categorias para os Óscares, a saber: melhor actor, melhor actriz secundária, melhor guarda-roupa e melhor direcção artística, este foi o filme eleito para a minha corrida aos Óscares, numa tentativa de me inteirar das preferências da academia e ver se estamos em não em sintonia.

 

Como, até ao momento, ainda não assisti a mais nenhum dos falados para as estatuetas douradas (Brooklyn e The Revenant: O Renascido são os próximos da lista), não posso estar a ser perentória para afirmar que Eddie Redmayne ganhará, mais uma vez, a estatueta de Melhor Actor e se Alicia Vikander sairá vencedora de Melhor Actriz Secundária, se bem que, a meu ver Alicia Vikander não é secundária em minuto algum do filme, será, quanto muito, co-protagonista, já que é tão fundamental para o desenrolar e desfecho do filme. 

a rapariga dinamarquesa

"Este corpo não é meu."

 

Forte. Muito forte!

 

 

Terminada a visualização do filme, saí da sala de cinema e dirigi-me à livraria mais próxima. Comprei o romance que serviu de inspiração para o filme e, imediatamente, iniciei a sua leitura. Está a ir ... devagar ... muito diferente do filme que, após a passagem pelas primeiras páginas dá a forte sensação que a versão filme está demasiadamente hollywoodesca (enche salas, dá fama e dinheiro).