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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

Quiz do Sapo

“Qual destas personalidades seria perfeita para tomar um café consigo? E quem não quer ver nem ao longe?”

 

São estas duas perguntas que o Sapo faz na sua homepage e que, através de um quiz de escolha múltipla, é possível ver quem nos sai na rifa. A mim saiu a Taylor Swif para companheira de café e diz que não posso ver um senhor chamado Pedro Guerra que, se não fosse a imagem a acompanhar o resultado, não saberia quem era.

 

 

Eis a explicação que o resultado dá:

 

 

Perfeito para um café consigo? Taylor Swift

Podia ser apenas mais uma jovem e loura estrela pop, mas Taylor Swift tem sempre alguma coisa na manga – e na cabeça. Este foi o ano em que entrou na lista das personalidades mais influentes da revista Time, mas o seu grande feito foi conseguir que a Apple alterasse a sua política de pagamento a artistas, coisa que nem as empresas da indústria musical tinham conseguido.

 

Quem não quer ver nem ao longe? Pedro Guerra

O benfiquista incendiário que sportinguistas, mas também alguns benfiquistas, odeiam. Conseguiu transformar um programa de comentário desportivo relativamente cordato num campo de guerra, distribuindo ataques e polémicas em todas as direções.

 

 

E, como não consigo copiar as caricaturas das duas personalidades que me saíram, aqui vai o link do resultado. Vejam lá as carinhas larocas e façam também este quiz.

"Um ano depois, o assassino ainda está em fuga"

Um ano depois do atentado jiadista ao jornal satírico francês Charlie Hebdo, o semanário lançou hoje um número especial para assinalar a sangrenta data e, como não poderia deixar de ser, a capa volta a ser cortante, uma vez que Deus é personalizado numa imagem de um homem barbudo, empunhando uma Kalashnikov e com as vestes ensanguentadas.

charlie.jpg

 

No interior dessa edição especial, poderá encontrar um caderno com desenhos dos cartoonistas mortos há um ano – Cabu, Wolinski, Charb, Tignous, Honoré – bem como de colaboradores externos à redação.

 

Um ano depois de uma tentativa hipócrita de silenciar a imprensa e a liberdade de expressão, sob a vã desculpa da religião, o lema que se criou naquela data mantém-se: nós somos todos Charlie.