Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.
Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.
Estamos a menos de 24 horas a abertura oficial da 85.ª Feira do Livro de Lisboa que, como habitualmente, estará à espera dos bookaholics da capital e, até ao momento, programa que é bom nem por um canudo.
Juro que me faz confusão clicar do site oficial do evento (aqui) e ver ainda a ficha de inscrição para os voluntários que poderemos encontrar por lá ao longo de 2 semanas. Não é normal! Por esta altura, a minha agenda já tem apontamentos das sessões de autógrafos, dos lançamentos mais esperados, com o nome dos escritores convidados … tudo. Contudo, este ano estou com zero de conhecimento do que se poderá encontrar por lá, logo agora que estou mesmo quase coladinha ao Parque Eduardo VII (salvo seja) e que posso passar a minha hora de almoço na Feira.
Se não fosse um amigo da Universidade ter anunciado que iria estar lá com a sua Viola da Terra, no dia 06 de Junho (mais novidades em breve ou quando o programa estiver no ar), a 85.ª Feira do Livro passava completamente ao lado.
Duas semanas depois de ter iniciado funções na nova empresa, hoje aconteceu aquilo que me acompanha desde os bancos da escola e que me irá acompanhar até ao fim da minha passagem terrena: fui novamente chamada de Patrícia.
Esta coisa de ter um apelido dito masculino dá azo a que o 'Patrício' seja automaticamente transformado em 'Patrícia' e, por vezes, até sai um Patrocínio que, apesar de masculino, diz que é mais fácil de associar a uma Paula.
Como dizia a minha ex-colega e amiga Sofia, não me chamem de Patrícia senão fico zangada. O nome é Patrício, senhores! PATRÍCIO. Um apelido que tenho tanto orgulho ter, tanto que nem pensei duas vezes em alterar quando o estado civil passou de SOL. para CAS.
Ao contrário do que é habitual às segundas, o post de hoje não é a já habitual 'good vibe' para alegrar a semana que se inicia. Por hoje ser feriado no berço e por ser o dia da Região, as vibrações positivas da semana serão enviadas através da música que por lá se fez e se faz. E a eleita de hoje é uma das minhas preferidas - Chamateia - um poema da autoria de António Melo Sousa e com música de Luís Alberto Bettencourt, a qual foi apresentada aos açoreanos no programa Balada do Atlântico.
Por ser um lindo poema, que nunca me canso de ouvir, apresento-vos várias versões da mesma melodia: primeiro a versão do vencedor do Globo de Ouro para Melhor Intérprete Individual e de Melhor Canção, António Zambujo, numa versão tão sua; depois a versão mais conhecida nas Ilhas de Bruma; e, por fim, a versão de Kátia Guerreiro