E passou mais um ano
Com o ano de 2009 a acabar é habitual fazer um balanço daquilo que se passou nestes 365 dias; dos acontecimentos mais marcantes no país e no mundo; daquilo que se passou na nossa vida pessoal e profissional. Enfim, de tudo.
Acabando 2009, olho para o dia 1 de Janeiro e pergunto a mim mesma se gostaria de voltar a esse dia e viver de novo este ano.
Hummmm, não me parece! Foi um ano tão pobrezinho e tão merdoso que nem vale a pena vivê-lo de novo. Não é que me tenha acontecido algo de mau, felizmente. Mas foi um ano de não se tirar qualquer sumo.
Também não foi mau de todo! Começou e acabou com uma viagem; fui 3 vezes à ilha, em curtos espaços de tempo; tenho emprego e salário no fim do mês; estou rija como um pêro (até engordei uns quilinhos desde que fiz os meus 31 anitos); não apanhei gripe A (nem constipada fiquei); armei-me em agricultora e criei uma quinta toda "XPTO", a qual me ocupa grande parte da minha noite.
Apesar de todas estas coisas boas, acho que ficou tanta coisa por fazer e como meta para 2010 deixo aqui a minha palavra que aquilo que eu pretendia ter feito em 2009 irá ser feito, de certeza, em 2010.
E o que ficou por fazer?
Ah, isso agora ...
Tudo a seu tempo!
Aos meus leiores assíduos e a todos os que passarem por este "estaminé", desejo uma excelente entrada em 2010.
Vistam as cuecas azeuis, subam para cima de uma cadeia, tenham as passas e o espumante à mão, façam barulho, pois uma nova década está a chegar.
Boas entradas e um Feliz 2010.
Até amanhã ou, como quem diz, até para o ano ![]()
Sinopse: No dia 11 de Setembro de 2001, Joyce pensa que o marido está no seu escritório, nas Torres Gémeas, quando elas caem; por sua vez, ele acha que a mulher está a bordo do voo 93 que se despenhou na Pensilvânia. Ambos vão sofrer uma grande desilusão quando se encontram frente a frente no apartamento que são obrigados a partilhar enquanto o processo de divórcio decorre. Pior, a perspectiva de uma solução rápida para a separação complica-se devido ao clima de medo que se apodera dos americanos. Entre ameaças de ataques biológicos, bombistas suicidas e guerras no Médio Oriente, Nova Iorque é uma cidade em estado de choque, onde, por sua vez, Joyce e Marshall travam uma batalha doméstica repleta do mesmo sentimento de perda e devastação.