Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.
Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.
Para quem nunca leu nada acerca dos Templários e de todas as teses, umas mais absurdas do que outras, acerca dos supostos segredos que esses cavaleiros levaram para o túmulo até ao seu desaparecimento, O Legado dos Templários será, sem dúvida, uma grande obra. Para mim, que já li alguns livros sobre essa temática, a obra é apenas mais uma no panorama literário.
Não quero dizer com isso que O Legado dos Templários não tem qualidade. Pelo contrário! Na minha opinião, esta obra está no topo de todos os livros que li acerca deste tema, até ao momento.
Foram 600 páginas que levaram algum tempo a ler, mas que me cativaram da primeira à última.
O Sangue dos Inocentes é mais um grande romance da espanhola Julia Navarro, à semelhança de A Bíblia de Barro e a Irmandade do Santo Sudário.
O Sangue dos Inocentes leva-nos a lugares como Jerusálem, Granada, Roma e Istambul, aprofundando as causas do fanatismo religioso e da intolerância ao longo dos séculos.
Faz-nos pensar acerca da maneira que os homens jogam com a religião para o seu próprio proveito, espalhando pela terra sangue de inocentes.
Temos aqui uma ligação entre três épocas completamente distintas: a cruzada contra os cátaros na França medieval, a II Grande Guerra Mundial e as atrocidades cometidas pelos nazis e a actual cruzada dos fundamentalistas islâmicos.
Sendo uma obra com uma temática muito presente nas minhas leituras e nas minhas escolhas literárias, O Sangue dos Inocentes foi, sem dúvida, um dos melhores romances históricos que alguma vez li.