Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.
Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.
Apresento-vos os "Tunalhos", um grupo nascido na magnífica Universidade dos Açores e que, sem dúvida nenhuma, são de uma grandiosidade cómica acima do habitual. Atentos ao que se passa na Região, no País e no Mundo, os Tunhalhos estão sempre prontos, de língua afiada, a criticarem os mais diversos temas, com a subtileza da comédia.
Passei grandes momentos nos festivais El Açor, tanto a ouvir as tunas (principalmente dos Tunídeos), bem como os Tunalhos com a sua forma mordaz de satirizar.
Para terminar a exposição do orgulho da minha terra (terminar para já; mais tarde vem mais qualquer coisinha), deixo-vos com uma grande canção açoreana ... um verdadeiro hino à beleza das nossas ilhas.
É impossível para mim ouvir essa linda melodia e ver as magníficas imagens que a acompanham, sem que uma lágrima caia no meu rosto.
Prova dada!!! As saudades de casa já estão a apertar!!!
Já lá vão 6 meses que já não vou à minha terrinha e as saudades aquele cheiro a natureza já é muito. As saudades do colinho dos pais, dos mimos do irmão (muito poucos, mas são alguns), os beijinhos da avó ... os copos com os amigos, as noitadas com os amigos, as bebedeiras com os amigos ....
A natureza ali tão perto; cheirar o salgado do mar sempre que se abre a porta da rua ...
Saudades, enfim!!!
Ainda sinto os pés no terreiro
Onde os meus avós bailavam o pezinho
A bela Aurora e a Sapateia
É que nas veias corre-me basalto negro
E na lembrança vulcões e terramotos
Por isso é que eu sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra
Se no olhar trago a dolência das ondas
O olhar é a doçura das lagoas
É que trago a ternura das hortênsias
No coração a ardência das caldeiras.
Por isso é que eu sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra
É que nas veias corre-me basalto negro
No coração a ardência das caldeiras
O mar imenso me enche a alma
E tenho verde, tanto verde a indicar-me a esperança.