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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

Carnaval na ilha de São Miguel

 Hoje é véspera do entrudo. Por todo o mundo, onde este dia é comemorado, esquecemos as tristezas e tudo é folia.


É meu dever, como boa açoriana que sou, relatar como se brinca ao Carnaval na ilha de São Miguel.


Por esta hora, estamos a preparar-nos para o grande baile de gala no Coliseu Micaelense. Elas passaram o dia no cabeleireiro, eles a trabalhar. Depois do dia de trabalho estar passado, elas vestem os seus lindos vestidos de gala, eles os seus smoking. Como a noite vai ser longa e é preciso ter forças para aguentar o ritmo da banda, todos levam cabazes ornamentados com serpentinhas.


O giro é ir cedo e ficar a topar quem entra


Estão todos tão lindos. Mas o giro é ver as mesmas pessoas pelas 02:00 ou 03:00 da manhã. Entram belas, saem monstros (monstrinhos, vá lá)


Mas é giro! É tradicional!


O Coliseu Micaelense inaugurou-se a 10 de Maio de 1917. Na altura chamava-se "Coliseu Avenida" e desde sempre aquele imóvel é sinónimo de diversão para a sociedade micaelense. Para além dos filmes, do circo, das exposições, era o sítio onde a nata da sociedade micaelense ia passar as noites de carnaval.


Segundo Fátima Sequeira Dias, autora do prefácio ao livro Coliseu Avenida, Símbolo duma Geração, de José Andrade, "o Coliseu (...) foi concebido para oferecer grandes espectáculos (...)".


É tradição, ainda, para as camadas mais jovens, só sairem do Coliseu Micalense quando alguém da organização sobe ao palco e diz a frase: "Minha gente, vamos lá embora porque para o próximo ano há mais." E ver toda a gente a sair, a descer a avenida a caminho do Café Mascote para tomarem o pequeno-almoço.


Os mais valentes têm forças para ir até casa e prepararem-se para a Batalha de Água (ou Batalha das Limas) que decorre na Avenida Infante D. Henrique. 


A minha batalha era feita na cama a dormir. A noite tinha sido muito longa, também eu chegava a casa como um monstrinho. Os contos de reis que tinha gasto no cabeleireiro já tinham desaparecido; a maquilhagem era uma miragem; os pés uma lástimas ... mas não havia problema! Saíamos do Coliseu já a pensar no próximo ano.


Tenho saudades do Carnaval micaelense! Vale a pena o dinheiro que se gasta! Vale mesmo a pena.


 


 


 

100 anos após o Regicídio

Num final de tarde, no Terreiro do Paço, em Lisboa, Manuel Buiça (professor primário expulso do exército) e Alfredo Costa (empregado do comércio e editor de obras de escândalo) estavam sentados no Café Gelo, a aguardar a sua vez de fazerem parte da história portuguesa.


Aguardam o regresso da família real - o rei D. Carlos, a rainha D. Amélia e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe.


Num fim de tarde, a Praça do Comércio viu sangue na sua calçada, o rei e o príncipe herdeiro tinham sido assassinados. O tiro atravessou o pescoço do Rei, matando-o imediatamente. Os populares desatam a correr em pânico.


Julgando que se tratava de um novo golpe de estado, a população de Lisboa refugia-se nas suas casas e a cidade fica deserta. Mas as tropas permanecem nos quartéis e a situação permanece calma.


Este post não serve para enaltecer a Monarquia, nem para a denegrir; tmabém não tem o mesmo intuito para com a República. Quem sou eu para opiniar sobre um e outro? Cada um tem a sua opinião e, quando bem fundamentada, é válida. Respeito uns e outros.


Apenas escrevi este post como uma homenagem à história de Portugal, seja ela boa ou má.




 


 


 


 

Parabéns Mãe

Hoje a minha linda mãezinha faz 54 anitos! Parabéns mãe!!!!


Estás longe e sinto muito a tua falta, dos teus sermões para não chegar tarde a casa, pela minha roupa estar a tresandar a fumo, dos teus desabafos, dos teus stresses.


Sinto mesmo a tua falta mãezinha.


Admiro-te por toda a força que tens apesar dos desgostos que já passaste; admiro-te por seres uma mulher forte e que me fez ser como sou.




Beijos grandes mãe!


Adoro-te!!!!!


 


 

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