Este video está demais!!!! Para quem consegue perceber a pronúncia micaelense parte-se a rir com a letra :) Ao tempo que eu já não ouvia a expressão: "Caguei-te mariano!" Está muito muito gira e as vacas estão muito curtidas :) Parebéns ao autor da música e da vídeo! Açores sempre!
Tá fixe, não está?!
Olhe para o corpo como irreal, Como uma imagem em um espelho, o reflexo da lua na água. Contemple a mente como sem forme, Porém brilhante e pura. Sem um único pensamento surgindo, Vazia, porém perceptiva; calma, porém iluminadora. Completa como a grande vacuidade, Contendo tudo que é maravilhoso. Nem indo nem vindo, Sem aparências ou características, Incontáveis meios hábeis Surgem a partir de uma mente. Independente de existência material, Que é sempre uma obstrução, Não se apegue aos pensamentos deludidos. Estes fazem nascer a ilusão. Contemple atenciosamente esta mente, Vazia, destituída de todos os objectos. Se as emoções surgirem subitamente, Você cairá na confusão. Em um momento crítico, traga de volta a luz, Iluminando poderosamente. As nuvens se dispersam, o céu é claro, O sol resplandece brilhantemente. Se nada surgem dentro da mente, Nada se manifestará fora. Aquilo que tem características Não é a realidade original. Se você puder ver um pensamento assim que surgir, Esta consciência o destruirá de uma vez, Para qualquer estado da mente que venha, Varra-o, derrube-o. Tanto os estados bons quanto os ruins Podem ser transformados pela mente. Sagrado e profano aparecem De acordo com os pensamentos. Recitar mantras ou contemplar a mente São meramente ervas para polir um espelho. Quando a poeira é removida, Elas também são varridas. Grandes e extensivos poderes espirituais Estão todos completos dentro da mente. À terra pura ou as céus Pode-se ser viajar à vontade. Você não precisa procurar o real, A mente originalmente é Buddha. O familiar torna-se estranho, O estranho torna-se familiar. Dia e noite, Tudo é maravilhoso. Nada que encontre o confundirá. Estes são os essenciais da mente. (Adaptado de Sheng-yen, The poetry of enlightenment: Poems by ancient Ch'an masters. Elmhurst: Dharma Drum Publications, 1987. Pág. 101-103.)