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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

O civismo ou a falta dele

Esta manhã, a linha amarela do metro de Lisboa esteve interrompida devido a incidente com passageiro.

Não sei mais pormenores e, verdade seja dita, nem me interessa saber o que aconteceu, só esperando que não tenha sido nada de grave com o lesado.

Felizmente para mim e para quem estava na estação à espera do próximo comboio, apareceu a mensagem do que realmente tinha acontecido, pelo que foi possível sair imediatamente da estação e esperar pelo autocarro que, por sorte, passa pela estação de onde saio todos os dias.

 

Sendo a minha a primeira paragem do autocarro, consegui encontrar lugar sem grandes problemas, o mesmo não podemos dizer dos passageiros das restantes paragens.

São nestas situações de aperto (literalmente) que se vê o civismo das pessoas ou, melhor dizendo, a falta dele.

Eram grávidas, senhoras acompanhadas com crianças e idosos que, por momentos, pensei que tinham de pedir encarecidamente para lhe cederem os lugares que os transportes públicos têm reservados para estas pessoas. Eram pessoas que, mesmo vendo que o autocarro já não tinha capacidade para levar mais ninguém, tentavam entrar à bruta, ficando pendurados na porta … uma velhota, no Lumiar, esteve ali a fazer de equilibrista uns bons minutos, até que viu que não conseguia mesmo entrar e arriscava-se a ficar entalada na porta. Eram as pessoas a empurrarem-se para conseguirem sair na sua paragem. Foi um tipo que ao sair do autocarro mandou um grande tralho e que me pregou um grande susto e ter pena dele. Foi ver, minutos mais tarde, que o tipo do tralho na paragem próxima à Cidade Universitária saiu como saiu porque tinha acabado de gamar alguém, tal não era o aperto (lá está … a ocasião faz o ladrão). Foi ver que as pessoas dizem-se muito civilizadas, mas quando estar no aeroporto, o pé vai imediatamente roçar o chinelo. Foi passar em Entrecampos e ver o aparato policial que por lá se vivia … Inem, bombeiros, polícia, you name it. Foi chegar à minha paragem, conseguir sair e respirar fundo.

O meu top 5

 

Vá lá, só mais um post acerca da Eurovisão.


# Portugal

 

Dispensa mais palavras da minha parte.

O poema é lindo. A melodia é fantástica.

 

# Itália

 

Fiquei surpreendida com a pontuação final da canção italiana.

Até à véspera da final da Eurovisão, o italiano era o grande favorito nos sites de apostas. Tudo levava a crer que ele sairia vencedor no passado sábado, mas não foi assim.

Adoro a batita da música, a mensagem e o macaco Adriano.

É impossível não dançar ao som de Occidentali's Karma.

 

# Bélgica

 

Apesar da intérprete parecer ter fobia de palco, a canção é fantástica e fica no ouvido.

Comercial q.b.

 

# Arménia

 

Gostei imenso desta canção e depois de ter visto a sua intérprete a limpar uma tímida lágrima após a actuação do Salvador, subiu ainda mais na minha consideração.

 

# Hungria

 

A paixão com que ele homem cantou e a emoção que se via na cara da mulher fizeram com que a Hungria fosse a 5.ª da minha lista

 

 

Até era menina de meter aqui a Bulgária … A musiquinha é engraçada, mas aquele ar de pobrezinho que o puto fazia sempre que conseguia os 12 pontos foi coisa de ir de bestial a besta num segundo.