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The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

The Nameless Blog

Já foi “Som das Letras” e um narcisista “Blogue da Paula”. Foi um prolongamento da eterna ínsula, tendo sido denominado como “Ilha Paula”. Hoje, é um blogue sem nome para que seja aquilo que sempre foi: um blogue sobre tudo e nada.

Las Vegas Report | Dia 2 ao 8

Supostamente já deveria estar em casa, mas o meu tempo em Washington fez com que o voo de Las Vegas saísse mais tarde e perdi a ligação - falarei deste assunto noutro post.

 

Como tenho imensas horas até à hora de saída do voo para Lisboa e não estou com disposição para aventuras, vou ficar sentada no lobby do hotel e aproveitar para actualizar o blog com o que se passou por Las Vegas.

 

DIA 2 (sábado, 12 agosto):

Ainda com o fuso horário no corpo, o sábado começou cedo. Formações de 1 hora cada, algumas interessantes e outras nem por isso. Uma tentativa de saída do hotel que, rapidamente, se tornou numa fuga para o quarto do hotel, tal não era o calor naquela terra. Uma sesta que se tornou num sono profundo.

 

DIA 3 (domingo, 13 agosto):

Mais um dia, mais uma voltinha.

O ponto alto do dia foi o cocktail de boas-vindas com a presença da Sarah Jessica Parker e com o gajedo histérico quando a moça entrou em palco ao som da musiquinha do "O Sexo e a Cidade". 

Ao que parece, a pequena lançou uma loja da sua linha de sapatos no Hotel Bellagio e, vai daí, deu um saltinho à Travel Week Virtuoso. 

 

DIA 4 AO 6 (14 a 16 agosto):

Acordar às 6 da manhã. Tomar banho. Ir para o pequeno-almoço. Speed datings de 4 minutos das 8 às 12h30. Almoço. Reuniões de 10 minutos das 14h30 às 16h30. Ir ao quarto. Tomar banho. Esticar os ossos. Preparar-me para o jantar. Jantar. Regressar ao quarto. Dormir.

No meio desta lufa-lufa, arranjar tempo para ligar para casa e matar as saudades.

Ah! Numa das noites, tivemos a "honra" da presença da quiduxa Britney Spears. A rapariga está tão diferente que foi preciso a pessoa do meu lado dizer que era ela e eu ter perguntado "the real one?"

 

DIA 7 (17 agosto):

Chegamos ao último dia. As pessoas estão cansadas e desejosas de regressarem a casa, mas ainda falta este dia que terminará com um jantar de gala.

O dia foi marcado com o atendado em Barcelona. Nas reuniões de hoje só falam disso. Ninguém quer falar sobre negócios. "Travel  Unites", o lema escolhido para a Travel Week" deste ano serviços como uma luva. 

Tristezas à parte, estamos todos ansiosos para a festa de encerramento, um evento que, visto pelos olhos de uma europeia, foi demasiado Hollywoodesco ... Ele foi entrega de prémios, ele foi os discursos emocionados, ele foi as piadas fraquinhas, as homenagens dos que já não estão entre nós, ele foi a homenagem às vítimas de Barcelona.

 

DIA 8 (18 agosto)

Terminou. Estou a horas de chegar a casa. Passo a manhã na cama. Faço check-out online. Apanho um táxi e vou para o aeroporto. Chego lá e ... voo atrasado! Faço contas. A ligação em Washington vai ser apertada, mas eu vou conseguir. Nem quero saber se não tem tempo de Meyer a minha mala no voo de ligação. Só quero chegar a casa e logo se vê.

O voo parte de Las Vegas 1 hora depois do horário previsto. Se o voo de Washington para Lisboa não atrasar, eu perco a ligação. São cinco horas de voo até chegar a terra novamente. Chegamos. Saio do avião e pergunto ao primeiro funcionário da United Airlines se o voo para Lisboa já saiu. Ela diz-me que não. Corro como uma maluca à procura da porta de embarque. Encontro-a e rezo para que consiga entrar no avião.

 

O embarque tinha já acabado e o avião tinha acabado de sair da manga. Ai da estava em terra, mas não ia voltar para trás.

 

Começou uma nova aventura que será falada em post seguinte.

 

Las Vegas Reportagem | Dia 1

Las Vegas. A cidade do pecado, de um Elvis em cada esquina, dos casinos, dos casamentos faz-de-conta, da noite, do calor abrasador, dos espectáculos, da Ressaca I e II.

 

Las Vegas. Uma cidade que nunca fez parte da minha lista e que onde estou agora.

Posso, por isso, dizer que conheço Las Vegas? Não! Estou aqui em trabalho até à próxima sexta-feira, com reuniões o dia todo e sem tempo para fazer nada fora do hotel. Mas vamos por partes, que é como quem diz, vamos por dias.

 

DIA 1

Chego ao Aeroporto de Lisboa 3 horas antes da saída do meu voo. Chegando lá, sei que o voo está atrasado e está previsto sair pelas 14 horas. São 2 horas depois da partida prevista e faz com que eu comece a fazer contas para ver se consigo apanhar o voo de ligação. Vou ao balcão despachar a bagagem e, pelo facto da minha ligação ser curta, protegem-me no voo seguinte, aka o primeiro voo do dia seguinte.

São 14 horas, estamos dentro do avião, mas não saímos. Apenas o fazemos às 14h30 e penso que nunca mais vai ser possível apanhar o outro vôo e já me vejo a dormir em casos de folga de Washington.

São 8 horas de voo que, acreditem ou não, fez-se lindamente, mesmo tendo como parceiros de viagem um casal norte-americano,com o seu bebé de 10 meses ... São as maravilhas de ser mãe e matar as saudades do herdeiro.

Chegamos a Washington. Temos de passar pela alfândega, recolher a bagagem, passar pela segurança e dirigirmo-nos para a porta de embarque. Estava a fechar. Corri, corri e corri e consegui chegar a horas. 

 

De Washington a Las Vegas são 5 horas de viagem. Estou perdida nos fusos horários e cansada. Aterro,vou buscar a mala e rezo a todos os santinhos que tenha havido tempo de a colocar a bordo ... Vejo-a, pego nela e vou para a fila de táxis. O primeiro abraço que Las Vegas nos dá é daqueles bem abafados! Que calor, senhores! Não me lembro a que sai do aeroporto, mas o calor era uma coisa monstruosa.

 

Apanho um táxi. Espero que não seja um fogareiro de Las Vegas e que não me engane no trajecto a fazer do aeroporto ao hotel. A viagem é rápida e relativamente económica (certa de 24 dólares).

 

Entro no hotel e é aqui que começo a ver Las Vegas dos filmes. Cada hotel ter um casino, elas todas emperaltadas, eles todos pimpões.

Check-in feito e corro para o quarto. Preciso descansar para a semana que se aproxima.

 

(continua)

Mamas. A mamãs sem acento

Faço parte de um grupo no Facebook que, na altura em que aderi, fi-lo na esperança que ser um sítio onde encontraria mulheres que, como eu, tinham sido mães em 2016.
Estou a ponto de bloquear o grupo tal não é a asneirada que por ali se vê.

Primeiro elas tratam-se umas às outras como “mama”, sim sem acento e, sempre que vejo alguma publicação, o meu cérebro nunca consegue ler o “mamã” que elas gostariam de escrever; e, segundo, tendo em consideração as perguntas que fazem, julgo que não devem ser seguidas por pediatras e/ou médicos de clínica geral e isto mete-me medo.

 

Pessoas, aquilo é o apocalipse!

Chegam ao ponto de mostrarem ecografias para que as outras “mamas” analisem a coisa e digam se a “mama” está grávida de gémeos falsos ou verdadeiros! E as perguntas referentes à introdução de alimentos na dieta dos petizes? Devem ter faltado às consultas com os médicos.

Pergunto a mim mesma o que seria da vida destas pessoas sem as redes sociais onde podem escrever todas as postas de pescada que lhes passa pela cabeça.

 

Estas “mamas” devem ser as mesmas que vão aos fóruns online onde fazem questões se estarão grávidas ou não e que chamam a menstruação de “red”.